Desafios do enfrentamento à violência política de gênero em ano eleitoral

Desafios do enfrentamento à violência política de gênero em ano eleitoral
Deputada Cristina Silvestri – DIVULGAÇÃO

(Por Gabriela Siqueira)

“Estamos em ano de eleição municipal e precisamos reforçar a proteção das mulheres que vão concorrer ao pleito”, destacou a deputada estadual Cristina Silvestri (PSDB). A declaração foi durante a reunião realizada pela bancada feminina da Assembleia Legislativa do Paraná com representantes do Fórum Paranaense de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos, nesta terça-feira (18). O tema do encontro foi O Enfrentamento à Violência Política de Gênero e Raça.

“Instalamos o Fórum em 2021 e, desde então, avançamos no combate à violência política, especialmente a partir da Lei Federal 14.192/2021, que define regras para prevenir e punir este crime. Mesmo assim, as mulheres no exercício de funções públicas ainda não têm os direitos plenamente cumpridos”, avaliou Cristina Silvestri.

Como primeira procuradora da Mulher da Assembleia Legislativa, entre 2019 e 2023, a deputada Cristina colocou em prática várias iniciativas que contribuem para prevenir condutas violentas, acolher as vítimas e fortalecer a participação feminina na política. “Instalamos 180 procuradorias municipais, criamos a bancada feminina, encaminhamos dezenas de denúncias aos órgãos competentes e elaboramos sugestões de alterações nos estatutos dos partidos políticos”, lembrou a parlamentar.

A deputada Cristina reforçou a importância da participação dos três poderes e entidades de classe na luta contra a violência política. “As estratégias mais eficazes surgem a partir do nosso trabalho em rede, com atores do Legislativo, Executivo e Judiciário, e a contribuição do terceiro setor. Por isso, acredito nessa união de forças”.

Além das deputadas e das representantes do Fórum, a reunião da bancada feminina contou com a presença de vereadoras, pré-candidatas e lideranças do Poder Judiciário, da Segurança Pública, da Secretaria de Estado da Mulher, da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Paraná (OAB-PR), do Observatório de Violência Política contra a Mulher, do coletivo Vote Nelas e da comunidade LGBTQIA

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