Jataizinho, uma história com o rio Tibagi

O rio Tibagi integra a bacia do rio Paraná e é o segundo em extensão do Paraná, com 550 quilômetros. Sua nascente está nos Campos Gerais, a 1.200 metros de altura, entre Campo Largo, Palmeira e Ponta Grossa.

Passa por 41 municípios.

Em Jataizinho, a Sanepar capta sua água para abastecer 60% de Londrina e 85% de Cambé. Um sistema avançado de bombas leva 1,8 mil litros de água por segundo até a estação de tratamento, que fica em Londrina.

Como todos os rios, são 3 os momentos vividos pelo Tibagi; época normal, das cheias e das secas.

Em períodos normais, é uma mansidão, apesar de ser um rio caudaloso. Em época das secas, dá tristeza, com muitas pedras aparecendo no fundo. Em tempos de cheias, porém, a tragédia se instala: há alagamentos nas cidades. Em Jataizinho, as águas invadem boa parte da cidade. A ponte entre Ibiporã e Jataizinho fica coberta pelas águas.

A primeira transposição por ali, sem ser por balsa, deu-se com a inauguração da ponte ferroviária em 1935, com 294 metros e 3,39m de largura. Em 1932 havia sido inaugurada a estação ferroviária em Jataizinho. Os pioneiros vinham de trem de Ourinhos e pegavam a balsa para seguirem a Londrina. A ponte rodoviária, com 540 metros, foi inaugurada em 1941 e teve – e tem – papel muito importante para a colonização e desenvolvimento do Norte do Paraná, especialmente de Londrina.

A História nos dá conta de que, por ocasião das cheias do rio Tibagi, os alagados nas margens eram focos de larvas do transmissor de malária – maleita.

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