Santa Casa de Ponta Grossa comemora 110 anos com cantata, corais e banda

Santa Casa de Ponta Grossa comemora 110 anos com cantata, corais e banda
O edifício da instituição no centro da cidade

(da Redação)

A Santa Casa de Ponta Grossa chega aos 110 anos de fundação no dia 8 de dezembro. Para comemorar, será realizada às 19h30 uma cantata na frente do histórico edifício com a participação da Banda Marcial do Colégio Sagrada Família, dos Corais da Apadev, UEPG e Vozes de Francisco, além do cantor Flávio Fanuch e mais um coral infantil composto por crianças que ficaram internadas na UTI Neonatal da instituição.

No mesmo dia 8 vai ser lançada a campanha Juntos pela Vida, em parceria com a empresa MacPonta Agro, que sorteará diversos prêmios, incluindo uma moto Honda Bros e um trator John Deere.

Os festejos comemorativos dos 110 anos se estenderão ao longo de 2023, com diversos eventos beneficentes.

A Santa Casa tem capacidade para 220 leitos e conta com 618 funcionários. O corpo clínico é formado por 190 profissionais médicos.

História

(texto da Santa Casa)

Com a doação de um terreno pela Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, pelo então prefeito Ernesto Guimarães Vilela, através da Lei Municipal nº 70, de 4 de setembro de 1901, com intenção de edificar o Hospital, é lançada a Pedra Fundamental da Santa Casa de Misericórdia de Ponta Grossa no dia 31 de julho de 1907.

Muitas foram as mobilizações e campanhas realizadas pela Associação das Damas de Caridade, para que o tão esperado sonho da construção do hospital se concretizasse.

Em 08 de dezembro de 1912, em uma solenidade, com a presença de vários nomes importantes da época, inaugurou-se a Santa Casa de Misericórdia de Ponta Grossa sob o comando do primeiro Provedor Capitão Amantino Antunes de Almeida. Nessa época eram apenas 12 leitos com capacidade para atender 30 pacientes. Foi constituído o corpo clínico da instituição, tendo como o primeiro diretor o Dr. Flaviano Inocêncio da Silva e a participação dos médicos: Dr. Abraão Glasser, Dr. Joaquim de Paula Braga e Dr. Francisco Búrzio, primeiro cirurgião, que ficou conhecido como “o médico dos pobres”.

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